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PRFV - Avaliação de Integridade em materiais de Plástico Reforçado de Fibra de Vidro

Equipamentos fabricados com material plástico reforçado com fibra de vidro possuem poucos recursos disponíveis para inspeção, inclusive para atendimento aos requisitos da NR-13. A técnica normalmente utilizada é a inspeção visual, que fica muito prejudicada nos casos em que os equipamentos estão pintados por exigência da proteção contra a ação da radiação ultravioleta que degrada esses materiais. 

Manter a integridade desses equipamentos não é tarefa simples para o pessoal envolvido com a manutenção e inspeção, considerando o modo de falha que eles apresentam. 

Pelo fato de serem escassos os métodos de inspeção, o acompanhamento da degradação é bastante complexo, a qual só é identificada quando a falha ocorre normalmente de forma catastrófica e repentina. Esse modo de falha é característico desses materiais em razão de seu caráter frágil e de sua sensibilidade ao efeito visco-elástico.

 



A partir de 1979, usuários preocupados com falhas que envolviam descontinuidades operacionais, danos patrimoniais e pessoais, investiram na tecnologia de emissão acústica com o objetivo de eliminá-los. 

Desse investimento surgiu a tecnologia MonPAC, traduzida em um procedimento de ensaio e critérios de avaliação baseados em testes em mais de 2.000 tanques e tubulações ensaiadas.

Esse desenvolvimento foi elaborado pela Monsanto Chemical e Physical Acoustics e, mais tarde (1984), adotado pelo código ASME, Sec. V, Artigo 11 e, recentemente, dentro do contexto das Normas Brasileiras: “NBR-15346 Ensaios Não Destrutivos – Ensaio de Emissão Acústica em Vasos e Tanques de Plástico Reforçado”. Um aspecto fundamental do ensaio é que não existe a necessidade da retirada do equipamento de serviço, podendo ser executado nas condições operacionais. 




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